Entenda os perigos do verão para a saúde dos olhos; veja como se proteger

Contato direto com a água de piscinas, rios e mares, podem causar problemas à saúde dos olhos; confira.

Nada como um dia de sol na piscina, na praia ou no rio para se refrescar do calorão. Apesar da diversão, alguns cuidados são importantes para evitar problemas na saúde ocular. No verão, os nossos olhos ficam mais propensos a irritações pelo contato com o vento do ar condicionado, ventiladores ou a água de lugares para banho.

Você já teve a sensação de vista cansada ou vermelhidão após um dia inteiro na piscina, ou na praia? Isso pode acontecer devido a alguns agentes químicos e biológicos na água, que podem provocar infecções. O médico oftalmologista do Banco de Olhos de Sorocaba, Dr. Diógenes Caldeira, explica que há perigos quando os nossos olhos entram em contato direto com a água.

“Tanto os produtos químicos quanto a quantidade de cloro podem ser danosos para a superfície ocular. Mesmo a água das piscinas sendo limpa, ela pode ter alguns microrganismos que podem causar infecções nos olhos, principalmente na córnea. Então, a grande orientação é que não abra os olhos debaixo da água”, diz.

O contato direto com a água pode causar conjuntivite, ceratite, provocar olhos secos, entre outras lesões na camada superficial dos olhos e na córnea.

Atenção: crianças na água

Algumas crianças gostam de ficar muito tempo brincando na água e é quase inevitável que tentem mergulhar com os olhos abertos. Como o Dr. Diógenes explicou, a ação pode causar infecções e outros problemas para os olhos. Por isso, usar alguma proteção pode ajudar a brincadeira ser mais segura para a saúde ocular.

“Para as crianças que gostam de brincar na piscina e que ficam abrindo os olhos debaixo da água, temos a opção de óculos de piscina, que acabam protegendo bastante os olhos”, comenta o médico.

Dr. Diógenes também complementa que a orientação também vale para o contato com a água de rio e de mar.

Quando procurar um médico

Caso ocorra qualquer contato dentro da água, areia ou qualquer corpo estranho dentro dos olhos, a recomendação é que use água filtrada corrente para tentar aliviar os sintomas.

“Caso persistência de irritação, olhos vermelhos, dor, embaçamento visual, um médico oftalmologista deve ser consultado para avaliar os olhos dos pacientes”, enfatiza Diógenes.

Em caso de alguma irritação leve, podemos fazer o uso dos colírios lubrificantes, porém o médico oftalmologista destaca: “Não gosto de orientar o uso de colírios sem uma avaliação médica. Temos que tomar cuidado se não existe alguma outra lesão na córnea ou na superfície ocular que possa estar levando a essa irritação. Isso precisa ser avaliado e tratado”, ressalta.

Cuidado com os óculos de sol

Os óculos de sol são grandes aliados na hora de se expor ao sol. Eles são importantes para proteger os olhos do contato direto com o vento, poeira e raios ultravioleta (UV). Antes de comprar um óculos escuro e sair por aí, Dr. Diógenes destaca que é importante garantir a procedência do objeto.

“É interessante usar óculos de sol com proteção ultravioleta, com lentes certificadas para não causar um dano maior, porque a pessoa acaba se expondo ao sol achando que está se protegendo com uma lente escura e acabam causando um dano maior nos olhos. A dica é lentes de boa qualidade certificadas e compradas em boas óticas”, diz.

Nesse período de exposição solar, o óculos de sol também protege a parte da pálpebra. Além disso, o médico oftalmologista destaca: “Usar protetor solar no rosto. Tomar cuidado para que o produto do protetor solar não entre nos olhos”, destaca.

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000.

Contato direto com a água de piscinas, rios e mares, podem causar problemas à saúde dos olhos; confira.

Nada como um dia de sol na piscina, na praia ou no rio para se refrescar do calorão. Apesar da diversão, alguns cuidados são importantes para evitar problemas na saúde ocular. No verão, os nossos olhos ficam mais propensos a irritações pelo contato com o vento do ar condicionado, ventiladores ou a água de lugares para banho.

Você já teve a sensação de vista cansada ou vermelhidão após um dia inteiro na piscina, ou na praia? Isso pode acontecer devido a alguns agentes químicos e biológicos na água, que podem provocar infecções. O médico oftalmologista do Banco de Olhos de Sorocaba, Dr. Diógenes Caldeira, explica que há perigos quando os nossos olhos entram em contato direto com a água.

“Tanto os produtos químicos quanto a quantidade de cloro podem ser danosos para a superfície ocular. Mesmo a água das piscinas sendo limpa, ela pode ter alguns microrganismos que podem causar infecções nos olhos, principalmente na córnea. Então, a grande orientação é que não abra os olhos debaixo da água”, diz.

O contato direto com a água pode causar conjuntivite, ceratite, provocar olhos secos, entre outras lesões na camada superficial dos olhos e na córnea.

Atenção: crianças na água

Algumas crianças gostam de ficar muito tempo brincando na água e é quase inevitável que tentem mergulhar com os olhos abertos. Como o Dr. Diógenes explicou, a ação pode causar infecções e outros problemas para os olhos. Por isso, usar alguma proteção pode ajudar a brincadeira ser mais segura para a saúde ocular.

“Para as crianças que gostam de brincar na piscina e que ficam abrindo os olhos debaixo da água, temos a opção de óculos de piscina, que acabam protegendo bastante os olhos”, comenta o médico.

Dr. Diógenes também complementa que a orientação também vale para o contato com a água de rio e de mar.

Quando procurar um médico

Caso ocorra qualquer contato dentro da água, areia ou qualquer corpo estranho dentro dos olhos, a recomendação é que use água filtrada corrente para tentar aliviar os sintomas.

“Caso persistência de irritação, olhos vermelhos, dor, embaçamento visual, um médico oftalmologista deve ser consultado para avaliar os olhos dos pacientes”, enfatiza Diógenes.

Em caso de alguma irritação leve, podemos fazer o uso dos colírios lubrificantes, porém o médico oftalmologista destaca: “Não gosto de orientar o uso de colírios sem uma avaliação médica. Temos que tomar cuidado se não existe alguma outra lesão na córnea ou na superfície ocular que possa estar levando a essa irritação. Isso precisa ser avaliado e tratado”, ressalta.

Cuidado com os óculos de sol

Os óculos de sol são grandes aliados na hora de se expor ao sol. Eles são importantes para proteger os olhos do contato direto com o vento, poeira e raios ultravioleta (UV). Antes de comprar um óculos escuro e sair por aí, Dr. Diógenes destaca que é importante garantir a procedência do objeto.

“É interessante usar óculos de sol com proteção ultravioleta, com lentes certificadas para não causar um dano maior, porque a pessoa acaba se expondo ao sol achando que está se protegendo com uma lente escura e acabam causando um dano maior nos olhos. A dica é lentes de boa qualidade certificadas e compradas em boas óticas”, diz.

Nesse período de exposição solar, o óculos de sol também protege a parte da pálpebra. Além disso, o médico oftalmologista destaca: “Usar protetor solar no rosto. Tomar cuidado para que o produto do protetor solar não entre nos olhos”, destaca.

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000.

 

 

 

 

 

 

 

Banco de Olhos de Sorocaba registra números recordes em captação de córnea em 2023

BOS recebeu mais de 15 mil doações, um aumento de 6% com relação ao ano de 2022.

 

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) registrou um número recorde em captação de córneas em 2023. Ao todo, o hospital recolheu 15.206 córneas, um aumento de 6% em comparação ao ano de 2022, quando a unidade registrou 14.228 de doações coletadas.

 

Mesmo após anos de pandemia, o hospital conseguiu superar as dificuldades, ampliou as unidades de captação e o atendimento público e privado. A instituição também conseguiu diminuir significativamente a fila de espera por transplantes de córnea no estado de São Paulo.

 

“A pandemia trouxe-nos alguns ensinamentos. Tivemos que rever a forma de captação, prevendo uma queda nas doações por conta das restrições que passaríamos a ter. Diante desse desafio, revimos todas as nossas formas técnicas e de atuação, deu muito certo. Tivemos um aumento de doação significativo e não esperávamos por isso”, comenta Edil Vidal, superintendente do BOS.

 

Os números registrados em 2023 são, aproximadamente, 61 vezes superiores ao primeiro ano de captação de córneas do Banco, em 1984, quando foram recolhidas 248 doações.

 

“A nossa forma de atuação se tornou uma referência, porque a maioria dos bancos tiveram um retrocesso e ainda não conseguiram retornar ao número normal de captação, tanto que a fila dos transplantes de córnea no país dobrou”, completa Edil.

Em quase 40 anos de história, o BOS recebeu mais 223 mil doações e realizou mais de 45 mil transplantes de córnea. Os procedimentos atenderam a rede pública e privada. A grande razão para a recuperação surpreendente é o investimento da telemedicina e trabalho da equipe de planejamento para conseguir atender uma demanda reprimida por conta da pandemia.

“Tudo indica que, em 2024, vamos ultrapassar as 15 mil doações. Com isso, as pessoas vão ser beneficiadas com menos tempo de espera por um transplante. Somos a maior referência do estado e atendemos pacientes do país todo”, enfatiza o superintendente.

Edil Vidal conta que o crescimento do BOS foi causado por três fatores:

“Em 2000, criou-se o Sistema Nacional de Transplante, o maior sistema público do mundo na área de transplantes, e o SUS (Sistema Único de Saúde) passou a financiar o trabalho do BOS”, diz.

Com isso, o Banco de Olhos foi o pioneiro para o desenvolvimento neste trabalho com equipes em pontos estratégicos, passando a atuar fora de Sorocaba, em cidades da região.

Atualmente, o BOS, além de estar em Sorocaba, tem equipes atuando em Campinas, Piracicaba, Jundiaí até o Vale do Paraíba. “Nós também temos uma unidade na capital (São Paulo), que fica no Hospital do Tatuapé. Cobrimos a região metropolitana e a Baixada Santista. Isso só é possível por termos recursos para isso”, diz o superintendente.

“O BOS foi pioneiro na implementação de um banco de olhos com padrão internacional. A capacidade técnica permitiu uma evolução constante na formação de profissionais e na qualificação, até para outros estados e países”, completa Edil.

Quem ama doa

O Banco de Olhos de Sorocaba promove a campanha “Quem ama doa”, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de ser doador de córnea. A conscientização tem ajudado a zerar a fila de transplantes, que já chegou a ter uma estimativa de cinco anos de espera.

O Banco de Olhos de Sorocaba fica localizado na Praça Nabek Shiroma, n.º 210, no Jardim Emília, em Sorocaba (SP). Mais informações podem ser obtidas pelo site: www.bos.org.br ou pelo telefone: (15) 3212-7000.

 

4° Mutirão BOS do Diabetes atende mais de 900 pessoas da região de Sorocaba

Evento promoveu exames gratuitos à população com o objetivo de identificar, de forma precoce, a doença, que atinge 13 milhões de brasileiros.

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) atendeu, de forma gratuita, mais de 900 pessoas no último sábado (11). O 4º mutirão contra o diabetes aconteceu nas instalações do Hospital Oftalmológico e contou com o auxílio de 250 pessoas, entre médicos e voluntários.

O evento começou a distribuir senhas às 7h e terminou às 14h. A ação visou orientar e conscientizar a população a respeito dos riscos do diabetes, doença que, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, afeta mais de 13 milhões de brasileiros, o que representa 6,9% da população do país.

No mundo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) considera o diabetes como uma epidemia silenciosa, pois afeta mais de 425 milhões de pessoas no mundo, sendo um terço delas acima dos 60 anos, segundo o mais recente levantamento da OMS.

A diabetes é uma doença tratável e que pode surgir em qualquer etapa da vida, por isso, é necessário manter os exames de rotina em dia. A doença pode afetar qualquer parte do corpo e é a principal causa de perda de visão em pessoas economicamente ativas.

Quem participou do evento teve a pressão aferida, fez exame de glicemia capilar e passou por avaliações de pés e nutricional. Além dos exames, os pacientes receberam dicas de alimentação, exercícios e sobre o uso de remédios no dia a dia. Quem teve algum problema detectado, foi encaminhado para algum tipo de tratamento.

O Banco de Olhos de Sorocaba fica localizado na Praça Nabek Shiroma, n.º 210, no Jardim Emília, em Sorocaba (SP). Mais informações podem ser obtidas pelo site: www.bos.org.br ou pelo telefone: (15) 3212-7000.

 

 

 

 

 

 

 

 

Descolamento de Retina é grave? Entenda os sintomas e o que fazer caso aconteça

Doença pode causar perda parcial ou total da visão; médica oftalmologista explica como se prevenir do problema

A visão é um dos sentidos mais preciosos que temos, permitindo-nos explorar o mundo ao nosso redor. No entanto, uma série de fatores, como a idade e estilo de vida, podem colocar nossa visão em risco. Uma condição que pode afetar a saúde ocular é o descolamento de retina, um problema grave que merece atenção para saber o que fazer caso ele ocorra.

O nosso olho é composto por várias camadas e a retina fica na parte mais interna delas. O local abriga muitas células importantes que captam a luz, além de veias e artérias. Dra. Anna Carolina, oftalmologista do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), explica que essa camada é essencial para que a visão ocorra de forma adequada.

“A retina abriga os cones e os bastonetes, conhecidos como os ‘neurônios da visão’. São receptores que vão transmitir um impulso elétrico, captado pelos nossos olhos e levado até o cérebro para ser formada a imagem”, detalha a Dra. Anna Carolina.


O que causa o deslocamento de retina?

O descolamento de retina acontece quando essa camada vital se separa da parede ocular, prejudicando o fluxo de oxigênio e nutrientes para as células responsáveis por fazer a gente enxergar. O processo pode causar perda parcial ou mesmo total da visão.

A principal causa do descolamento é a rotura de retina, que é quando há um rasgo nesta camada, permitindo que o líquido que preenche o olho penetre na região. Em pacientes diabéticos, há um risco maior de descolamento tracional. Neste caso, há formação de membranas que tracionam a retina e fazem com que ela descole.

“Nós ainda temos também o descolamento de retina do tipo seroso, causado por doenças inflamatórias. Neste caso, o paciente tem uma inflamação ocular, que gera esse levantamento da retina”, explica.

Fatores de risco

O descolamento de retina pode acontecer com qualquer pessoa, principalmente após os 50 anos. Com o passar do tempo, o vítreo dos nossos olhos vai se tornando mais líquido e se desprende da retina. Esse é um processo normal, mas em aproximadamente 15% dos pacientes, o desprendimento pode gerar a chance de ter um descolamento.

“Outro fator de risco, são os pacientes com miopia, porque eles têm áreas de fragilidade da retina; que chamamos de degeneração lattice. O que acontece é um afinamento da região com uma tração do vítreo. Outros fatores que também podem causar o problema são um trauma, como uma bolada ou soco, e a realização de cirurgias intra-oculares, que também aumentam o risco de ter o descolamento”, completa a oftalmologista.

Atenção: se tiver sintomas, corra para um médico

O principal sintoma do descolamento de retina é a fotopsia (flash de luz), associada a uma turvação no campo visual. Além disso, o paciente pode apresentar uma piora das “moscas volantes” (manchas na visão que se parecem com pontos ou fios que flutuam diante dos olhos).

Dra. Anna alerta que o descolamento de retina também pode ter como sintoma a perda de campo visual, a pessoa não consegue enxergar o campo inferior, superior ou dos lados, como se fosse uma cortina.

“Caso o paciente note algum desses sintomas, ele deve procurar, com urgência, um oftalmologista. A pessoa não deve ficar esperando para ver se esse sintoma visual melhora. O descolamento de retina é uma doença progressiva, ou seja, ele pode começar em uma área pequena e o fluido vai entrando e descolando a retina”, enfatiza.

Tratamento e prevenção

O tratamento para o descolamento de retina varia de acordo com a gravidade do caso. Em situações menos graves, a fotocoagulação a laser pode ser suficiente para selar pequenos rasgos no local. Entretanto, na maioria dos casos, a cirurgia é necessária para reposicionar a retina no lugar correto e evitar a perda permanente da visão.

 

Uma boa notícia é que o descolamento de retina pode ser prevenido por grande parte dos pacientes. Uma dica é evitar traumas diretos, ter cuidado quando praticar esportes, principalmente, nas artes marciais e nos que tenham risco no trauma direto. Dr. Anna também ressalta:

 

“A melhor maneira de evitar o descolamento de retina é manter um acompanhamento oftalmológico regular, especialmente para aqueles que estão em grupos de risco. (Pessoas acima dos 50 anos, míopes, com histórico familiar, diabetes ou que sabem que têm afinamentos na retina). Na maioria dos pacientes conseguimos fazer o acompanhamento anual, mas quem teve lesões suspeitas, o tempo diminui para seis meses”, complementa.

Sobre o BOS

 

O Grupo Banco de Olhos de Sorocaba é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, qualificado como organização social de saúde, criado em 1979. Atualmente, a instituição conta com um dos maiores bancos de córneas da América Latina. Além de realizar atendimentos aos portadores de patologias oculares, o grupo conta com o Hospital de Otorrinolaringologia para atender pacientes com doenças de nariz, garganta e ouvido. O BOS também mantém a entidade de cunho assistencial e social por toda região de Sorocaba com a sua unidade móvel, que atende boa parte da população interiorana do estado de São Paulo.

Atuando na área de prevenção, assistencial e didática científica, o BOS atende 75% do Sistema Único de Saúde, 20% Convênios e 5% particulares, abrange a cidade de Sorocaba e mais 50 cidades da região, pois não existe nenhum hospital ou serviço especializado em condições de atender a grande demanda existente no setor.

A última grande expansão do BOS foi concluída em 2017, quando foi inaugurado o prédio anexo que abriga o Instituto BOS. A unidade serve de apoio aos estudos dos médicos residentes e também abriga o centro de eventos e a Clínica Popular, que disponibiliza atendimento oftalmológico de qualidade a preços populares, como alternativa à população.

O Hospital BOS está localizado na Praça Nabek Shiroma, n.º 210, no Jardim Emília, em Sorocaba (SP). Mais informações podem ser obtidas pelo site: www.bos.org.br ou pelo telefone: (15) 3212-7000.

 

Oftalmologista do BOS comenta a importância de usar óculos de sol para proteger a saúde dos olhos no verão

Utilização de óculos de sol duvidosos ou sem proteção solar pode prejudicar a visão e trazer preocupações futuras

Seja na praia, na piscina ou em uma caminhada no parque, os óculos de sol são grandes aliados quando o assunto é saúde ocular. O apetrecho é muito usado para combinar com a roupa, mas também deve ser motivo de preocupação na hora de escolher o modelo para não prejudicar a visão.

Com o verão no hemisfério sul, os dias se tornam mais longos e há mais incidência de radiação solar. Além da pele, os nossos olhos também têm que ganhar atenção especial na hora de se expor a algum ambiente externo. Por isso, usar óculos de sol previne de desenvolver preocupações futuras, como explica o oftalmologista do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), Diógenes Caldeira.

“Os óculos de sol são grandes aliados na proteção dos olhos e pálpebras contra as radiações ultravioletas emitidas pela luz solar. Isso pode prevenir danos conhecidos, como as queimaduras, mas também danos celulares à longo prazo, prevenindo o desenvolvimento de células tumorais e diversos tipos de alterações cancerígenas na pele das pálpebras e na superfície ocular”, comentou.

Por que óculos de sol são importantes?

Os modelos de óculos de sol, que conhecemos hoje, surgiram nos anos 1920 para pilotos de avião que tinham os seus olhos expostos ao sol e ao vento. Com o passar do tempo, o objeto foi adaptado para atender todas as pessoas, além de ganhar os olhares do mundo da moda.

Os óculos de sol são importantes, porque bloqueiam os raios ultravioletas e outros fatores externos como o vento, que podem causar os olhos secos e a poluição.

A exposição dos raios UVA e UVB podem causar sérios danos à saúde dos olhos. Sem cuidados, problemas como envelhecimento precoce, lesão na córnea, catarata e até mesmo cegueira podem aparecer.

“Com estas informações, podemos dizer que os óculos de sol de boa qualidade são indicados para todos que se expõem à luz solar”, diz o oftalmologista

Atenção ao compartilhar óculos de sol

Precisa de óculos de sol e vai pegar emprestado de um amigo ou de um familiar? Segundo Caldeira, não há problemas na prática, mas deve ter alguns cuidados na hora de compartilhar o objeto.

“Desde que os óculos de sol não sejam com grau para correção de erros refracionais (miopia, astigmatismo e hipermetropia) e que nenhum usuário esteja em vigência de doenças infectocontagiosas, como por exemplo conjuntivites, após higienização recomendada, não há problemas em compartilhar o uso dos óculos”, explicou.

“Se você usa óculos com grau, seu oftalmologista pode lhe prescrever lentes para óculos de sol com o seu grau individualizado”, completou

Cuidado com óculos piratas

A velha máxima de “o barato sai caro” também vale para os óculos de sol. O objeto pirata vendido em lugares duvidosos não tem proteção alguma contra os raios ultravioleta. O grande problema é que as nossas pupilas dilatam no escuro, o que possibilita a maior passagem de luz. Assim, os raios UVA atingem diretamente a retina. Ou seja, é melhor não usar óculos, do que usar um pirata.

“Devemos nos atentar à qualidade das lentes, que devem ter filtros efetivos contra as radiações emitidas pelo sol, já que usar óculos sem procedência pode causar danos pela exposição”, explica o oftalmologista.

Além do verão

O uso dos óculos de sol não deve se restringir apenas ao verão. Em certas regiões do Brasil, a incidência dos raios ultravioletas continua sendo alta o ano todo, até mesmo em dias nublados.

Quando for escolher os seus óculos procure uma loja de confiança e veja se eles contam com proteção 100% UV. Ter cuidado na escolha com a proteção ocular previne problemas maiores no futuro.

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000.

 

 

3° Mutirão BOS do Diabetes atende mais de 850 pessoas em Sorocaba

Evento promoveu exames gratuitos à população com o objetivo de identificar, de forma precoce, a doença, que atinge 13 milhões de brasileiros

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) atendeu, de forma gratuita, mais de 850 pessoas no último sábado (26). O 3º mutirão contra o diabetes aconteceu das 7h às 14h, nas instalações do Hospital Oftalmológico. Foi o primeiro mutirão após a paralisação pela pandemia do COVID-19.  O objetivo da ação foi a identificação precoce da doença e, em especial, de uma de suas possíveis complicações, a retinopatia diabética, que corresponde a alteração provocada pelo diabetes nos olhos e que pode levar à perda da visão.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença afeta mais de 13 milhões de brasileiros, o que representa 6,9% da população do país. No mundo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) considera o diabetes como uma epidemia silenciosa, pois afeta mais de 425 milhões de pessoas no mundo, sendo um terço delas acima dos 60 anos, segundo o mais recente levantamento da OMS.

Quem participou do evento teve a pressão aferida, fez exame de glicemia capilar e passou por avaliações de pés, nutricional e vascular. Além dos exames, os pacientes receberam dicas de alimentação, exercícios e sobre o uso de remédios no dia a dia. Quem teve algum problema detectado, foi encaminhado para algum tipo de tratamento.

Convivendo com a doença há 27 anos, a pensionista Rosilene Sales Correa, faz exames regularmente contra a diabetes e tem uma rotina de exercícios, apesar disso, nunca tinha feito uma avaliação de pés. “Foi muito bom. A médica me encaminhou para um vascular. Além disso, tenho que cuidar da alimentação, segurar um pouco o carboidrato e evitar o doce”, disse.

A costureira Ana Trindade Ribeiro tem diabetes há cinco anos e estava há dois sem conseguir fazer os exames. Ela não escondeu a satisfação de ter passado pelas avaliações. “Precisava fazer. Já fazia dois anos sem realizar os exames, porque ia no posto (UBS), eles falam que vão marcar, mas eu aproveitei esta oportunidade”, contou a costureira.

A iniciativa foi organizada pelo BOS, com o apoio de inúmeros parceiros, que atuou na prevenção e identificação precoce da doença, das retinopatias e demais alterações nos olhos provocadas pelo diabetes e que podem levar à perda irreversível de visão. “O diabetes é totalmente silencioso. Quando ela der o aviso, principalmente nos olhos, significa que a doença avançou demais. Avançar demais não é bom, o ideal é diagnosticar precocemente. Se a pessoa tem diabetes e está enxergando bem, vai procurar o oftalmologista para ser examinada”, explica Dr. Arnaldo Bordon, médico oftalmologista e chefe do Departamento de Retina e Vítreo do BOS.

O 3° Mutirão BOS do Diabetes é uma realização em conjunto com os parceiros: A realização aconteceu em parceria com a apoio da TV TEM, Bayer, Roche e Novartis, AstraZeneca. Os parceiros foram: Academia BOS Fit, Grupo Escoteiro Vuturaty, Instituto Magnus, EYE| PHARMA, Stay Care, OBA Hortifruti, Santa Rosália, CRF SP, Mantercorp Farmasa, Komilão Gormet, Especialidades Integradas Dra. Bianca Mariúba, e também do SAAE Sorocaba.

 

 

Cuidado: Mau uso de lentes de contato pode gerar complicações oculares

Dr. Robson Lorenz de Oliveira, médico Oftalmologista e preceptor do Departamento de Lentes de Contato do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) explica como cuidar de forma correta e evitar lesões nas córneas.

A cada dia, cresce o número de pessoas que iniciam o uso de lentes de contato no Brasil, porém ainda é comum a desinformação a respeito dos riscos que o mau uso pode trazer. “Infelizmente, grande parte dos usuários tem hábitos inadequados ao usar lentes de contato, devido à banalização da venda de lentes em óticas e sites na internet. E é neste cenário de desinformação e falta de acompanhamento médico que surgem as complicações e o abandono do uso de lentes por desconforto”, explica Dr. Robson Lorenz de Oliveira, médico Oftalmologista e preceptor do Departamento de Lentes de Contato do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Mas quem pode usar lentes de contato? É indicado para qualquer pessoa? “O uso de lentes de contato é indicado tanto para pacientes que somente possuem grau simples, por exemplo miopia, como para aqueles que possuem doenças de córnea e não conseguem enxergar adequadamente com óculos. Nesses casos, elas possibilitam a reabilitação visual, devolvendo a visão e aumentando a qualidade de vida dessas pessoas”, comenta o oftalmologista do BOS.

Além desses pacientes, o médico também comenta sobre um outro grupo que é apto para o uso das lentes. “É possível também sua utilização em pacientes com mais de 40 anos e dificuldades para leitura de perto, a famosa vista cansada, ou presbiopia. E outra indicação mais recente é no controle de miopia em crianças, ou seja, para evitar o aumento progressivo do grau e suas consequências para saúde ocular”, fala Dr. Robson.

Por estar se popularizando tanto e muitas vezes sem ter as orientações corretas, tem sido comum ver o uso incorreto acontecendo. “O mau uso, tão comum, pode gerar complicações agudas ou crônicas. A mais grave delas é a úlcera infecciosa, que é quando um micro-organismo, uma bactéria por exemplo, invade a córnea, causando uma espécie de derretimento desta se não tratada. O quadro é de dor e olho vermelho e o tratamento pode durar dias, semanas ou meses. Alguns casos, infelizmente, podem exigir um transplante de córnea, com risco até de cegueira”, elucida o oftalmologista.

Para os pacientes que usam lentes e desejam cuidar de forma adequada, o especialista do BOS dá algumas dicas. “Os principais cuidados envolvidos no uso das lentes de contato são: higiene adequada das mãos antes do manuseio, utilizar somente soluções específicas para limpeza e armazenamento das lentes, respeitar os prazos de troca e realizar a adaptação e acompanhamento com um médico oftalmologista”, diz.

Dr. Robson ainda alerta para a necessidade de sempre fazer uso correto e buscar auxílio de um profissional. “O uso de lentes de contato deve ser uma prática responsável e ter o acompanhamento de um médico oftalmologista para garantir segurança, conforto e possibilitar seu uso por toda a vida”, finaliza.

 

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000.

Catarata não é exclusiva em idosos. Jovens e até recém-nascidos podem ser acometidos. Entenda como identificar

Várias causas podem predispor a formação da doença, por isso, especialistas alertam para cuidados de prevenção e quando é o momento de realizar a cirurgia.

 

A catarata é um problema ocular que apresenta opacidade ou perda de transparência na lente natural do olho, chamado tecnicamente de cristalino. Assim, a visão deixa de ser nítida e clara e passa a ser nublada ou borrada e, em alguns casos, existem queixas de visão dupla, a diplopia.

Várias causas podem predispor a formação da catarata como trauma ocular e uso de medicações corticoides. Entretanto, o fator de risco mais importante está relacionado a idade. Por isso, é comum encontrar idosos que realizam a cirurgia para acabar com a enfermidade, mas o que poucas pessoas sabem é que ela não é exclusiva entre pessoas com idade mais avançada.

Dr. Fernando Cresta, médico oftalmologista do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), explica: “Podemos detectar o aparecimento em diferentes faixas etárias, inclusive nos recém-nascidos, o que chamamos de catarata congênita. Porém, a catarata é mais prevalente entre os 70 ou 80 anos de idade”.

Como identificar a catarata em bebês?

– Realizar periodicamente, a partir da primeira semana, o teste de reflexo vermelho;

– Película esbranquiçada dentro do olho;

– Dificuldade de fixar objetos;

– Estrabismo.

Todos os pacientes necessitam de cirurgia?

Sobre o tratamento, nem sempre é necessária a cirurgia, o médico do BOS ressalta que apenas será indicada para qualquer paciente, em qualquer idade quando houver baixa na visibilidade. “Antigamente, esperava-se o ‘amadurecimento’ da catarata. Nos dias de hoje, não é mais necessário já que o procedimento cirúrgico é mais seguro e bastante eficaz na recuperação visual dos pacientes”.

Entretanto, é sempre importante prevenir e evitar que o problema chegue. Dr. Fernando informa que entre as recomendações médicas para ajudar a impedir a catarata estão:

– Realizar exames oftalmológicos de rotina;

– Não fumar e não ingerir bebidas alcóolicas;

– Manter alimentação balanceada rica em frutas e vegetais;

– Utilizar óculos com filtro ultravioleta.

O oftalmologista finaliza com um conselho à população para buscar a preocupação com a saúde dos olhos, seu bem-estar e a importância do diagnóstico rápido. “A cirurgia é capaz de recuperar a visão em mais de 95%, o que proporciona maior qualidade de vida. Além disso, os exames anuais também servem para diagnosticar e afastar outras doenças oculares, como glaucoma ou degeneração retiniana relacionada à idade. Então, é muito importante consultar um oftalmologista com frequência”.

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000.

Órbita ocular: cuidados com as lesões por trauma oftalmológicos

Médica oftalmologista especialista em Órbita do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), explica quais enfermidades são mais comuns e seus sintomas.

 

Você já ouviu falar de órbita ocular? Trata-se da cavidade óssea da face que contêm o globo ocular, os músculos dos olhos, nervos, artérias e veias, aparato lacrimal e gordura. Como qualquer outra parte do corpo, a órbita ocular também está propícia a desenvolver doenças que pode acometer e repercutir nos olhos e na visão.

Estas doenças podem ter origem na própria órbita, ao redor dela causando invasão ou até mesmo serem parte de doença sistêmica, como na doença da tireoide.

Doenças mais frequentes são:

  • Celulite;
  • Abscesso, orbitopatia de Graves;
  • Tumores malignos e benignos;
  • Doenças inflamatórias;
  • Malformações vasculares, como hemangioma e linfangioma;
  • Fraturas/traumas;
  • Doenças da glândula lacrimal e lesões císticas.

A médica oftalmologista do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) especialista em Plástica Ocular, Vias Lacrimais e Órbita, Dra. Mariana Saulle explica que os sinais mais frequentes de acometimento orbitário são:

  • Proptose ou exoftalmia (olho saltado);
  • Dor ocular (espontânea ou nos movimentos oculares);
  • Diplopia (visão dupla);
  • Inchaço e vermelhidão das pálpebras;
  • Retração palpebral (olhos arregalados);
  • Baixa na acuidade visual;
  • Descolamento da posição dos olhos (para baixo, para cima ou para os lados.

A médica ressalta que, caso apresente algum desses sintomas, é necessário buscar auxílio profissional para um diagnóstico preciso, já que diagnóstico e tratamento muitas vezes envolvem exames de imagem e avaliação de outros especialistas, como endocrinologistas, otorrinolaringologistas, neurologistas, radiologistas, oncologistas, radioterapeutas, patologistas e cirurgiões de cabeça e pescoço.

 

“Muitas dessas doenças podem ser tratadas clinicamente e outras cirurgicamente, isso vai ser decido de acordo com cada caso. O importante é sempre buscar ajuda qualificada para ter um tratamento eficiente”, finaliza Dra. Mariana.

 

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000

Uso de lentes de contato requer mais cuidados nos finais de semana

Oftalmologista alerta sobre os riscos e explica como evitar problemas na saúde dos olhos

 

Momentos de descontração podem ser perigosos para quem faz uso de lentes de contato. Isso porque, as pausas no trabalho são muito convidativas para as pessoas saírem da rotina, como irem à praia, frequentarem piscinas ou ficarem longe de casa. Como consequência, se esquecem dos cuidados diários que devem ter com elas.

 

Além de uso incorreto das soluções multiuso, utilizadas para realizar a manutenção das lentes, é importante também a higienização do estojo. Dr. Eduardo Godinho de Sá, médico oftalmologista especialista em córnea e catarata do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) explica que outro fator pode ser prejudicial durante o período: “As pessoas entram mais no mar e na piscina quando estão de férias ou passeando, tornando esses cuidados extras primordiais”.

 

A diversão é boa e a utilização das lentes nessas situações de água não são contraindicadas, como muitos pensam, mas é necessário ficar atento às recomendações do oftalmologista. “Após utilizá-las, as mesmas devem ser retiradas, e colocadas na solução multiuso por 6 horas para limpeza e desinfecção”. Outro ponto importante nesse contexto, é o maior risco de perda, já que as lentes se tornam mais instáveis e podem cair dos olhos. Mas Dr. Eduardo indica que, fora isso, o cronograma de troca pode ser mantido como orientação do fabricante. “Não há necessidade de trocas prematuras ou que essas situações diminuem o prazo de validade”.

 

O especialista ainda revela que mesmo não havendo restrições, o paciente deve redobrar a higiene, mantendo a desinfecção com a solução adequada e dentro do estojo quando não estiver nos olhos. “Sem os cuidados podem surgir alergias e as infecções, sendo que essas podem acarretar perda visual”. Por isso, o médico ressalta a importância de seguir as orientações do oftalmologista e em qualquer intercorrência relacionada ao uso das lentes de contato, procurar atendimento de emergência.

 

 

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e o Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS) ficam localizados na Rua Nabek Shiroma, 210, no Jardim Emília. Mais informações, acesse: www.bos.org.br ou ligue para o telefone: (15) 3212-7000.